Elaborado con IA a partir del resumen de los autores
Tesis exploratoria que examina la relación entre los Indicadores Genéricos de Mudanza (LIGM) y la eficacia adaptativa en psicoterapia. Utilizó estudio de caso intensivo de una paciente adulta en psicoterapia breve psicodinámica, evaluada mediante LIGM y Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada Redefinida (EDAO-R). Se identificaron 14 episodios de cambio distribuidos en 11 sesiones, con progresión hacia indicadores de mayor jerarquía en sesiones finales. Resultados mostraron evolución en eficacia adaptativa de la paciente, especialmente en el sector Afectivo-Relacional. Los hallazgos sugieren asociación entre ambas medidas, con factores de cambio relacionados a características de la paciente, intervenciones terapéuticas y alianza terapéutica, evidenciando que estas herramientas pueden auxiliar al terapeuta en la evaluación del progreso.
Puntos clave
Los Indicadores Genéricos de Mudanza comprenden 19 indicadores jerarquizados referidos a cómo el paciente afronta su problema y sus expectativas sobre la psicoterapia.
La evolución en la jerarquía de los indicadores de mudanza correlacionó con mejora en la eficacia adaptativa de la paciente, principalmente en el sector Afectivo-Relacional.
Los factores que contribuyeron al cambio incluyeron la participación activa de la paciente, las intervenciones del terapeuta y la alianza terapéutica establecida entre ambos.
Para quién: Estudiantes y psicoterapeutas que buscan herramientas para evaluar progreso terapéutico y comprender mecanismos de cambio en psicoterapia psicodinámica breve.
Resumen de los autores
A presente pesquisa, de natureza exploratória, buscou combinar o critério da eficácia adaptativa com os da Lista de Indicadores Genéricos de Mudança (LIGM), para se compreender melhor como as pessoas mudam em psicoterapia. O objetivo mais específico foi avaliar se existe relação entre a evolução na hierarquia dos Indicadores Genéricos de Mudança e a qualidade das respostas adaptativas. Utilizou-se o delineamento de estudo de caso intensivo. A LIGM refere-se a uma sequência ideal do que se espera que ocorra, se a psicoterapia obtiver êxito. Ela é composta por 19 indicadores dispostos de modo hierárquico, que se referem prioritariamente à forma como o paciente encara o seu problema, sua disposição para enfrentá-lo e as expectativas em relação à psicoterapia e ao psicoterapeuta. A eficácia adaptativa engloba as respostas dadas pelo indivíduo frente às dificuldades e vicissitudes da vida. Quanto mais um conjunto de respostas é adequado, mais eficaz será sua adaptação. Para tanto, os vídeos e as transcrições das sessões de um processo de psicoterapia breve psicodinâmica de paciente adulta que foi atendida por psicoterapeuta experiente foram avaliadas com a LIGM e com a Escala Diagnóstica Adaptativa Operacionalizada Redefinida (EDAO-R). De acordo com a LIGM foram encontrados 14 episódios de mudança, distribuídos em 11 sessões. Observou-se evolução dos indicadores de mudança, em que as sessões iniciais englobaram indicadores de menor hierarquia e as sessões finais abarcaram indicadores de maior hierarquia. Os resultados também mostraram que houve evolução na eficácia adaptativa da paciente, de pouquíssimo adequada para adequada, no setor Afetivo-Relacional (A-R, que diz respeito aos relacionamentos intra e interpessoais) e de pouquíssimo adequada para pouco adequada no setor Produtividade (Pr, que envolve trabalho ou principal ocupação que a pessoa exerce). Sugere-se que o progresso na hierarquia dos indicadores demonstrou que a paciente passou a oferecer respostas mais adequadas, que ocasionaram principalmente em mudanças no setor A-R. Alguns fatores provavelmente contribuíram para as mudanças alcançadas e estes dizem respeito à paciente (participou ativamente do processo, tinha consciência de suas dificuldades e apresentou motivação para trabalhar nos problemas), à terapeuta (intervenções utilizadas durante as sessões) e à relação estabelecida entre ambas (aliança terapêutica). Foi possível concluir que neste estudo houve associação entre as duas medidas, que podem ser usadas para auxiliar o terapeuta na avaliação de progresso do paciente e na compreensão das variáveis que podem facilitar ou limitar a mudança do paciente. Sugere-se a realização de novas pesquisas, que compreendam maior número de casos e que contem com processos considerados mal sucedidos e em que houve abandono por parte do paciente.
Honda, G. C. (2014).Indicadores genéricos de mudança em psicoterapia e eficácia adaptativa. PUC_CAMP. http://repositorio.sis.puc-campinas.edu.br/xmlui/handle/123456789/15726